Archive for Sábado, 17 Setembro, 2011
Despertar
Despertei deste sono profundo, letárgico
Desta dormência mental que me agrilhoou
Prendeu e aprisionou
Por tempos infinitos
Um inicio feliz e realizado
Embora aquém do desejado
O pesadelo assume-se e toma proporções impensáveis
Insuportável tirania consentida
Injusta, infame
Ingrata que tiraniza e despreza.
Tombando ao inferno da consciência sem saber
O porque de ali estar
Buscando respostas que ninguém quer dar
Do vazio surge uma aura alva e casta, que ilumina e envolve
Pacifica e cura, protege e guia,
Remissória de desvirtudes.
Acordo para a alvorada
A crueza permanece
Ao largo, a quimera voa alto
Observando, quem sabe esperando
A melhor altura para aterrar.
E digo: que aterre.